Ju Oliveira

Artigos e Afins


Chaves

http://www.portalcanoas.net/artigos.asp?id=767



Escrito por Juliana M V Oliveira às 21h13
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Curiosidades

O objetivo principal dos nomes que recebemos ao nascer é, evidentemente, possibilitar uma identificação pelas pessoas próximas ou aquelas com quem precisamos nos relacionar no dia a dia. Desde o início da história da humanidade até os dias de hoje, as crianças vem recebendo nomes específicos para identificá-las logo após seu nascimento (ou mesmo antes em algumas culturas).

Mas nos primórdios de nossa história, os nomes também traziam um significado especial, como por exemplo, a aparência da criança ou alguma palavra q expressasse o afeto dos pais. Os nomes que são comumente utilizados hoje em dia (chamados em sua maioria de nomes Cristãos) são derivados de nomes em outros idiomas como grego, latim, anglo-saxão ou hebreu. Esses nomes, originalmente eram palavras que indicavam atributos e qualidades, e por isso eram utilizados para nomear recém nascidos. Nomes como Flávia ("amarelo" em latim) eram usados para designar uma menina nascida muito loira, por exemplo, ou David ("o amado") para nomear um filho muito querido e aguardado.

Conforme as civilizações foram expandindo seus territórios para outros continentes e os povos foram se misturando, traduções e adaptações dos já numerosos nomes existentes foram sendo criadas, resultando em algumas centenas de milhares de diferentes nomes que são ainda encontrados em várias partes do mundo em nossos dias.

Você sabia que: Sobrenomes são uma invenção muito mais recente? Quando identificar pessoas por apenas um nome se tornou difícil devido a uma grande quantidade de pessoas com nomes iguais, a cerca de 900 anos, se começou a adicionar um segundo nome, que poderia ter origem no nome do pai da criança, da cidade o­nde nascera, a profissão da família e assim por diante.



Escrito por Juliana M V Oliveira às 00h36
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Dragões II

 

Quem se interessar pelo assunto e quiser ler mais:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Drag%C3%A3o



Escrito por Juliana M V Oliveira às 20h32
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Discovery Channel - Dragões

Eu assisti e foi muito bom!!

http://discoverybrasil.com/dragoes/index.shtml 

Criaturas Míticas Ganham Vida em Dragões: Uma Fantasia que se torna Realidade


Ao longo da história, a humanidade sempre demonstrou grande fascinação pelos dragões, seres que fazem parte dos mitos e lendas de quase todas as culturas do mundo, seja entre os Inuit, astecas ou chineses. Esses povos nunca estiveram em contato, mas conceberam a mesma criatura mitológica. Trabalhando com equipes de produção do mundo inteiro e em colaboração com reconhecidos cientistas, artistas e animadores, o novo especial do Discovery Channel, intitulado DRAGÕES: UMA FANTASIA QUE SE TORNA REALIDADE, combina lenda e fatos científicos com animação em CGI e revolucionários efeitos especiais.  O programa de duas horas será exibido no próximo dia 5 de março.

DRAGÕES: UMA FANTASIA QUE SE TORNA REALIDADE é um exercício de imaginação que demonstra como teriam sido os dragões se tivessem realmente existido. Através de magníficas imagens computadorizadas geradas pela mesma empresa de animação gráfica que desenvolveu as criaturas em Walking with Dinosaurs e Walking with Prehistoric Beasts, ambos televisionados pelo Discovery Channel, e na seqüência de filmes Harry Potter, os  telespectadores poderão ver os dragões em todos seus detalhes.
Este especial imagina como os dragões evoluíram em diferentes espécies ao longo do tempo e ao redor do mundo, e como suas características físicas e comportamento adaptaram-se às necessidades específicas de seu ambiente. Nesta história, os dragões encontram seus pares, criam seus filhotes, protegem seus territórios e lutam para sobreviver à invasão dos humanos, como todos os outros animais têm feito ao longo da história.

DRAGÕES: UMA FANTASIA QUE SE TORNA REALIDADE é uma produção de Darlow Smithson.  John Smithson, David McNab e Alice Keens Soper são os produtores executivos, Justin Hardy é o diretor e Ceri Barnes é a produtora de Darlow Smithson.



Escrito por Juliana M V Oliveira às 19h43
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relações amorosas

Maria Alice Estrella:


O interessante nas relações amorosas, no instante em que perdem o sentido, é a postura que assumem os envolvidos.
Raramente, o término de um afeto se dá de forma instantânea. Demora algum tempo para que a constatação angustiante do fim se manifeste. Angustiante porque é um prenúncio de morte, de luto, tanto o ficar como o ir embora.
E, talvez, o mais difícil seja passar a conviver com a sensação de fracasso, de impossibilidade em conservar o que se imaginava nosso e, mais ainda, o eventual erro na escolha feita.
Então, se chega à conclusão dolorosa de que se plantou a semente da árvore do amor em terra árida ou se esqueceu de irrigar com constância e fidelidade.
Nesses momentos, a dimensão da situação ganha proporções de monstros devoradores. Tudo assusta!
Ao que diz a palavra final resta o ônus da culpa (que não é culpa, é coragem). Ao que ouve o veredicto cabe o ônus da derrota (que não é derrota, é desistência).
A experiência que não deu certo, que não pode continuar sob pena de um dos dois se desfigurar a ponto de perder a própria identidade, é tão desgastante para o que fica como para o que parte.
Preciso é reconhecer as limitações que nos impediram de crescer no relacionamento, sem culpar o outro pela nossa falibilidade pessoal e intransferível.
No entanto, no mais das vezes, assistimos a um sem-número de acusações que, além de não nos livrar da culpa, acentuam as nossas omissões.
Inexistem culpas em uma relação que acabou. Colocamos no afeto a projeção de necessidades egoístas e deixamos de ver o outro. Enxergamos só o nosso reflexo no espelho. Daí, cansados de nós mesmos, ficamos esvaziados das riquezas que uma troca verdadeira poderia vir a nos proporcionar.
Esquecer que a vida é uma moeda de dois lados é imprudente.
No jogo de culpas vemos apenas um aspecto, o nosso. Pomos um véu sobre as faltas que cometemos e fazemos do outro um algoz que dilacerou nossos sonhos no cadafalso do fim.
Em ambas as faces do amor que esmoreceu, há somente a interrupção de um ciclo, dando liberdade para que outro se inicie na complementação dos elos da existência.
Quando nos deparamos cara a cara com o conhecimento do que realmente somos, então sim, estamos prontos para fazer germinar a semente do verdadeiro encontro. Sabemos, enfim, das nossas restrições e do nosso ilimitado. Adquirimos a sabedoria de regar o amor em tempo certo, dando e recebendo na medida certa, numa cumplicidade e companheirismo que possibilitam a valentia para produzir flores e frutos sem desconhecer a ocorrência dos espinhos, mas sabendo que junto, unidos ao outro, somos capazes de arrancá-los.



Escrito por Juliana M V Oliveira às 16h59
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